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Riscos no ambiente digital

Bullying & Discriminação

Juntos contra a violência física e mental, nas ruas, nas escolas, nas vilas e condomínios, em casa.

Grupo de adolescentes em uma conversa de amizade e inclusão
Imagem ilustrativa gerada por IA. Não representa pessoas ou casos reais.

Bullying & Discriminação

Juntos contra a violência física e mental, nas ruas, nas escolas, nas vilas e condomínios, em casa.

"Intimidação sistemática ( bullying ) todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas."

Lei que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática ( Bullying ) em todo o território nacional: LEI Nº 13.185, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2015.

Compartilhar o sofrimento é muito importante, não espere.

É um ato de violência, verbal, física repetitiva, àquela que impede a pessoa de seguir em frente. A criança que sofre o bullying pode ter inúmeros comportamentos que podem ser confundidos com àqueles relacionados com a puberdade e com isso acabar tendo pouca ação em um momento tão importante, de tanta vulnerabilidade e insegurança.

Cyberbullying: sinais de atenção

Se a criança está mais quieta, triste e/ou isolado?

Apresenta problemas de sono;

Reclama para ir à escola;

Começa a passar mal próximo ao horário de ir á escola ou prestes a ir a algum local que vai com frequência.

Sai repentinamente de grupos ou chora ao olhar o celular;

Está dormindo com mais frequência e não quer saber de se comunicar com os amigos.

Evite ao máximo

Não ignore ou adie a conversa com a criança.

Não diminua os sentimentos da criança.

Não negligencie sua segurança.

Mensagem para quem sofre

Converse com a criança sem julgar;

Busque saber quais redes sociais utiliza, faça parte;

Identifique comportamentos de irritação pós situação que você desconhece - pergunte;

Busque ser aberto, promova o diálogo, sem imposições;

Faça acordos para que possa estar presente, ainda que distante;

Não repetir apelidos, não participar e não incentivar as brincadeiras ofensivas;

Mensagem ao agressor

Observe o que sente ao realizar esses atos contra alguém e avalie o que você realmente está buscando, com essa agressão;

Reflita sobre o mal que está causando para a vítima e pense nas consequências;

Busque coragem para mudar esse comportamento agressivo;

Volte a atenção para você e veja como pode melhorar a sua vida, focando em projetos para a sua construção de vida.

Para praticar o bem tem que ter coragem, seja um praticante.

Cuidados para toda a família

Para crianças

  • Apelidos que machucam e humilhações não são culpa de quem sofre. Conte a um adulto.
  • Não curta nem repasse ofensas. Acolha o colega e peça ajuda.

Para adolescentes

  • Não responda com ameaças. Bloqueie e denuncie o perfil quando isso for seguro.
  • Guarde mensagens, datas e endereços para relatar a situação, sem espalhar o conteúdo ofensivo.

Para responsáveis

  • Leve o relato a sério. Evite frases como ignore ou é só brincadeira.
  • Converse com a escola e combine medidas de proteção e acompanhamento. Evite confronto público que exponha a vítima.

Uma conversa para fazer em casa

Perguntem como apoiar alguém excluído de um grupo. Combinem uma atitude concreta: não compartilhar ofensas, chamar um adulto e incluir a pessoa com respeito.

Escute sem interromper. Crianças e adolescentes podem pedir ajuda sem medo de culpa ou punição.

Vídeos relacionados

Assista com a família e converse sobre o que pode ser colocado em prática.

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Cyberbullying: quando a empatia salva

Uma campanha de estudantes contra o cyberbullying e a importância de apoiar quem sofre.

Assistir na fonte

Se acontecer, o que fazer?

Acolha, registre o ocorrido e acione escola e plataforma. Se houver ameaças ou risco físico, procure os serviços de proteção e segurança. Não exija que a criança enfrente o agressor sozinha.

Onde buscar ajuda

Conteúdo institucional: Instituto Teckids. Orientações familiares complementares e materiais audiovisuais com suas fontes identificadas acima. Informações educativas não substituem atendimento profissional.

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